19 de março de 2011

As faces de uma Chita





Decifra-me!

E aqui estamos. Frente a frente com o esperado.
Lendo e relendo o tema sugerido para o desenvolvimento desse projeto.
Temos a impressão, a nítida impressão, de que a frase nos grita “decifra-me!”.
Instigamos nossos pensamentos a solucionar este enigma. Porque, se “Eu não sou o que você pensa”; então, o que realmente se é?
Consigamos saciar nossas dúvidas e inseguranças, para que no fim, possamos saborear prazerosamente o que conseguimos devorar!






Matéria


"Tecido de algodão, estampas com cores fortes; tramas simples". Assim é a Chita.
Humilde por natureza, requintada por história!
A Chita foi artista em algumas décadas... E como todo o artista, foi sendo ‘menos requisitada’ com o passar dos tempos. E hoje, ainda produzida no Brasil, é referência forte quanto à cultura e regionalismo; mas já não protagoniza mais no horário nobre...




Missão, visão, valores

O mês é março. O ano: 2011. E na disciplina “Laboratório de Criatividade”, a missão de desempenhar uma das atividades mais esperadas e ao mesmo tempo temida pelos alunos do curso.
Sugerindo um tema em comum, e o material a ser utilizado, estamos todos na mesma missão!
Porém, a visão é autêntica. Do mesmo ângulo, é vista a mesma paisagem, com olhos diferentes. Pois não vemos a paisagem como ela é. A enxergamos como nós somos. É o que torna a missão... interessante. Ou melhor, atraente, fascinante. Outro dia fiquei sabendo que a conotação da palavra ‘interessante’, conduz para um entendimento hilário, sarcástico; então façamos uso da palavra: atraente. Que na sua denotação já diz: “que atrai, que cativa; sedutor. Que prende a atenção”.
E fazendo menção aos ‘valores’ desse projeto... Bem, o material sugerido foi o tecido “chita”. Há um tecido com valor mais agradável?